Será que está na hora de casar?

Coaching, vida e carreira. Como melhorar sua vida pessoal e profissional por meio do Coaching.Muitas vezes essa pergunta começa a aparecer por volta dos 25 anos e vai se tornando mais frequente até os 35 anos, mas pode acontecer antes ou depois, ou até várias vezes na vida de cada um. São muitas dúvidas, afinal decidir por algo que você não conhece e/ou não tem experiência não é nada fácil. Afinal, quais seriam as condições mínimas necessárias para “definir” sua vida a dois?

Até que a morte os separe

É claro que esse é o ideal de quem pensa em casar, mas não é uma verdade absoluta. Tenha em mente que é possível desfazer o relacionamento caso você não esteja satisfeita(o). Mas evite entrar em um relacionamento já pensando dessa maneira. Estar aberto(a) demais a uma possível separação pode ser o início da mesma. Se for assim, melhor continuar namorando até ter mais convicção sobre o assunto.

Ah, ele(a) vai melhorar!

Sinto dizer que ele(a) não vai mudar. Não vai mudar. Não vai mudar. Não vai mudar. E para finalizar quero deixar claro que ele(a) não vai mudar para atender suas expectativas. Ou pode até mudar temporariamente, mas vai cobrar por isso no futuro. Enfim, se você pensa em manter um relacionamento por um longo prazo com a esperança de que o outro vai melhorar em certos aspectos, não conte com isso. As pessoas só mudam quando sentem uma necessidade interna de mudar. Porém, isso dificilmente ocorre dentro dos prazos e expectativas do outro.

Ele(a) não quer discutir a relação! ou Ela(e) quer discutir a relação o tempo todo!

Discutir o que exatamente? Se for sobre o comportamento e atitudes do outro, é provável que esta seja uma discussão infrutífera, basta ler o parágrafo anterior. O palco das grandes discussões está (ou deveria estar) na mente de cada um. Pense a respeito.

Será que vou achar alguém que me complete como ele(a)?

Se vocês têm realmente muitas coisas em comum, isso pode ser um bom indicativo de um relacionamento duradouro. A forma de viver a vida no dia a dia, de encarar as dificuldades, de se divertir, os lugares que gostam de frequentar, as coisas que gostam de fazer espontaneamente para agradar o outro. Enfim, sentir-se complementado é muito bom. Ele faz isso por mim e eu adoro. Ela faz tal coisa por mim e isso me faz tão bem!

Mas eu me mordo de ciúmes…

Não conheço nenhum casal ciumento que tenha uma relação de longa duração e que se julgue feliz. As pessoas precisam e merecem ter momentos de vida individual, ou com respectivos amigos e famílias. Ninguém gosta de ser cobrado sobre o que está fazendo o tempo todo. Pegar no pé não é legal. Aceitar que o outro faça coisas com outras pessoas é essencial.

Ele(a) implica com tudo que eu faço!

Então porque continuar? Será que você não está apenas repetindo um padrão de relacionamento familiar? Você quer um companheiro(a) ou um professor(a) que quer dirigir a forma como você faz as coisas? Também pode acontecer de ser você o(a) implicante, já pensou? Mas a verdade é que ninguém gosta de ser guiado o tempo todo. Somente uma grande admiração pelo exemplo do outro pode provocar mudanças positivas, a imposição nunca.

Ele(a) é pegajosa(o)!

Pode ser carência. Pode ser tentativa de controle. O fato é que você não gosta disso. No mundo existem muitas pessoas que não são assim, sabia? Então fique atento e defina se é isso mesmo que você quer para sua vida.

Ele(a) me controla demais!

Pelo jeito você não gosta de ser controlado(a). Precisa dizer mais alguma coisa?

A gente briga muito!

Talvez vocês só estejam passando um tempo juntos. Vivendo uma experiência. É válido. Aproveite para se conhecer melhor e perceba que brigas são um indicativo claro de que vocês não estão se dando bem. Em algumas famílias de origem (aquela na qual a pessoa foi criada), as brigas são uma forma de se afirmar e muitas vezes levamos isso para nossos relacionamentos de casal. Reflita, de preferência sozinho(a), sobre o motivo das brigas. Reconheça seus erros se for o caso. Entenda que as brigas só existem porque você as permite que aconteçam. Você não precisa continuar com ele (ou com ela). Se é você que está sendo intolerante, essa é sua chance de mudar. Se é o outro que demonstra comportamentos com os quais você não concorda de maneira fundamental, provavelmente não há muito o que fazer. Só vale a pena ficar junto se for bom para os dois.

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Victor Sebastian é Coach de vida e carreira.
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